A produção e extração de granitos e quartzitos têm papel relevante no setor de construção e decoração, mas também demandam atenção quanto ao impacto ambiental. Conforme o Diretor Administrativo Diohn do Prado, práticas sustentáveis nesse segmento são fundamentais para garantir que a utilização desses recursos naturais ocorra de forma equilibrada, preservando o meio ambiente e atendendo às demandas de um mercado cada vez mais consciente.
O papel dos granitos e quartzitos na construção sustentável
Os granitos e quartzitos são reconhecidos por sua durabilidade, resistência e beleza, características que contribuem para a longevidade das construções. Segundo Diohn do Prado, essa durabilidade reduz a necessidade de substituição e manutenção frequente, evitando o consumo excessivo de novos materiais. Assim, a escolha dessas pedras naturais pode alinhar estética, funcionalidade e preservação ambiental.
Além disso, a capacidade de reaproveitamento desses materiais, seja por meio de cortes menores ou reciclagem de sobras, amplia seu potencial como aliados da sustentabilidade.
Técnicas de extração com menor impacto ambiental
A extração de granitos e quartzitos pode causar danos consideráveis ao ecossistema se não for realizada com métodos adequados. De acordo com Diohn do Prado, a adoção de tecnologias modernas no corte e no desmonte dos blocos é uma das principais estratégias para reduzir impactos ambientais. Equipamentos de alta precisão minimizam desperdícios e otimizam o aproveitamento das pedras, diminuindo a necessidade de novas extrações.
Outro ponto essencial é o manejo responsável da água utilizada no processo, com sistemas de recirculação e tratamento que evitam a contaminação do solo e dos lençóis freáticos.
Uso racional de energia e logística eficiente
A sustentabilidade também está diretamente relacionada à eficiência energética e à logística na cadeia de produção. Conforme Diohn do Prado, investir em fontes renováveis, como energia solar, e otimizar o transporte dos blocos são medidas que reduzem a emissão de gases de efeito estufa. O planejamento de rotas e a escolha de veículos adequados para o transporte das pedras ajudam a diminuir o consumo de combustíveis fósseis.

Essas práticas não apenas preservam recursos, mas também contribuem para a imagem positiva das empresas junto a clientes e parceiros.
Certificações e responsabilidade socioambiental
Empresas que atuam de forma sustentável na produção e extração de granitos e quartzitos buscam certificações ambientais e cumprem rigorosamente a legislação. Assim como indica Diohn do Prado, essas certificações garantem que os processos adotados respeitam critérios de preservação ambiental, segurança no trabalho e compromisso social.
Além do aspecto técnico, a responsabilidade socioambiental envolve a recuperação de áreas degradadas, o apoio a comunidades próximas e a promoção de condições dignas para os trabalhadores do setor.
Tendências e inovação para o futuro
O setor de rochas ornamentais tem investido em inovação para tornar seus processos cada vez mais sustentáveis. Tecnologias de corte a jato d’água, polimento com abrasivos ecológicos e rastreabilidade da origem das pedras são algumas das soluções em ascensão. Com isso, as empresas conseguem oferecer produtos de alto padrão com menor impacto ambiental, atendendo às exigências de consumidores que valorizam a procedência e a responsabilidade na produção.
Essas tendências mostram que a sustentabilidade deixou de ser um diferencial para se tornar um requisito indispensável no mercado.
Conclusão
A sustentabilidade na produção e extração de granitos e quartzitos exige um compromisso contínuo com práticas responsáveis, tecnologia avançada e consciência ambiental. Quando realizada de forma planejada, essa atividade pode contribuir para o desenvolvimento econômico sem comprometer os recursos naturais. Com a visão estratégica do Diretor Administrativo Diohn do Prado, fica claro que o futuro do setor depende da integração entre inovação, eficiência e respeito ao meio ambiente, garantindo que as próximas gerações possam usufruir das mesmas riquezas que temos hoje.
Autor: Timofey Filippov