A Cartonale tem ocupado o espaço de materiais tradicionalmente usados no acabamento interno para veículos, fornecendo plástico corrugado como substituto direto em peças como fundo de porta-malas e proteções internas. Montadoras vêm revisando os materiais usados nesse tipo de aplicação, sobretudo nesses componentes, buscando alternativas mais sustentáveis sem abrir mão de resistência, e essa chapa alveolar de polipropileno extrudado tem respondido a essa demanda.
A chapa é aplicada tanto no fundo de porta-malas quanto em outras proteções internas do veículo, funções que antes dependiam de substratos mais pesados ou de maior custo de desenvolvimento.
Por que trocar o material do fundo de porta-malas?
Peças automotivas de acabamento interno precisam equilibrar três exigências que raramente andam juntas: leveza, resistência a calor e umidade, e custo de desenvolvimento controlado. O plástico corrugado atende às três ao mesmo tempo, o que explica por que passou a substituir substratos usados anteriormente nesse tipo de aplicação, sem exigir retrabalho estrutural na peça.
A resistência térmica é particularmente relevante em porta-malas, compartimento exposto a variações de temperatura relevantes ao longo do dia, sobretudo em veículos estacionados sob sol direto por períodos longos. Materiais que perdem rigidez ou empenam sob calor comprometem o encaixe da peça ao longo do tempo de uso do veículo, gerando ruídos e folgas que o consumidor percebe muito antes do fim da vida útil prevista para o componente.
Sustentabilidade entra na equação de desenvolvimento
Montadoras têm metas cada vez mais rígidas de redução de impacto ambiental em toda a cadeia de fornecimento, e a escolha de material de peças internas passou a fazer parte desse cálculo. Entre os fornecedores que atendem a essa demanda, a Cartonale trabalha com polipropileno reciclável e reutilizável no plástico corrugado, característica que ajuda a compor o balanço ambiental de um projeto automotivo sem alterar sua performance funcional.
Essa pressão por sustentabilidade não é apenas discurso institucional. Editais de fornecimento para linhas de montagem já cobram, cada vez com mais frequência, evidências de reciclabilidade e origem do material aplicado em peças internas, o que torna o histórico de certificações do fornecedor parte relevante da decisão de compra.
Baixo custo de desenvolvimento acelera a adoção
Um dos fatores que mais pesa na escolha de material para peças automotivas é o custo de ferramentaria necessário para viabilizar a produção em escala. O plástico corrugado permite desenvolvimento de peças com investimento inicial mais baixo do que o exigido por substratos injetados ou termoformados tradicionais, o que reduz a barreira de entrada para novos projetos e viabiliza a personalização da peça conforme o layout interno de cada modelo.
Essa característica é especialmente relevante em veículos com produção em menor volume, onde o custo de ferramentaria de substratos convencionais dificilmente se paga ao longo do ciclo de vida do modelo.
Fornecimento de peças ajustado a cada projeto automotivo
A Cartonale atua no fornecimento desse tipo de solução, considerando as especificações técnicas de cada projeto automotivo, já que espessura, formato e acabamento variam conforme a peça e o modelo de veículo. Um fundo de porta-malas, por exemplo, demanda características distintas das de uma proteção interna aplicada em outra região do veículo.
A comparação com substratos usados anteriormente costuma favorecer o plástico corrugado tanto em desempenho técnico quanto em custo total do projeto, o que tem levado montadoras a revisar peças já homologadas em busca de ganhos de sustentabilidade sem comprometer prazos de desenvolvimento.
Projetos automotivos em fase de revisão de material encontram na Cartonale um fornecedor capacitado a apresentar as opções de acabamento interno mais adequadas a cada aplicação, considerando volume de produção, exigências térmicas e metas de sustentabilidade da montadora. Antes de repetir a especificação de material da geração anterior de um modelo, vale colocar essa comparação técnica na mesa do projeto.

